
Título: Anatomia de um destroço
Autor: Deisiana Damarat
Sinopse: A potência de vida que há na anatomia de um destroço. Há uma axiomática peculiar em Anatomia de um destroço: Deisiana Damarat coloca a substância do sentido na sintaxe de suas palavras, que alcançam da calma ao arrepio, do sensível ao ardente, do limbo das ideias que rabisca para a sobrevivência das suas palavras. A autora aprofunda na pele a análise da conjuntura contemporânea da poesia e da prosa, do livro aberto e difuso, construindo uma literatura não-hermética e de estreia. Deixa espalhar os ângulos e virtudes da composição da sua escrita — visceral, com a função de espírito de materialidade de escuta — a escrita dos pensamentos desanatômicos que se transformam em linhas desdobráveis para o autoconhecimento, autoentendimento e autocompreensão da potência do ser humano. Deisiana escreve com um aprofundamento libertador-terapêutico que encanta e comove. Sua tipologia analítica e crítica é admirável. Ler sua obra é uma experiência do espírito: ver para reparar, ler para amparar. Leiam Deisiana Damarat: ela é capaz de elevar sua escrita literária para altos patamares de planos e concepções, com um repertório rico e sensível. Anatomia de um destroço é, afinal, uma produção sólida de uma competente escritora no mercado editorial.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Anatomia de um destroço”, de Deisiana Damarat, publicado pela editora Urutau, em 2024 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Urutau
Páginas: 128
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6559008428
ISBN13: 9786559008421
Sobre a editora
A experiência de leitura dos livros da editora Urutau revela um mergulho em textos densos, que transitam entre a poesia e a prosa, com forte presença de temas como a condição humana, relações afetivas complexas e a busca por sentidos em ambientes cotidianos ou simbólicos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tensões internas, seja na intimidade da vida familiar, na investigação de mistérios urbanos ou na reflexão sobre identidades e memórias. A linguagem costuma ser elaborada, ora poética e simbólica, ora marcada por uma crueza direta, convidando o leitor a uma leitura atenta e contemplativa. Há obras que dialogam com o corpo, o desejo e a palavra, enquanto outras se apoiam em personagens femininas que desafiam estereótipos e enfrentam conflitos profundos.
