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Potências do Tempo

Título: Potências do Tempo

Autor: David Lapoujade

Sinopse: Apreender a duração e a mudança em si, independentemente de tudo aquilo que dura e de tudo aquilo que muda. Desdobrar o tempo, seus afetos e experiências, e descobrir a liberdade que a ele está vinculada. Potências do Tempo, de David Lapoujade, é uma leitura atenta e sensível da obra de Henri Bergson. Nela, Lapoujade parte de três aspectos – emoção, simpatia, apego – para retratar um outro Bergson. Pouco a pouco, veremos se revelar um Bergson matemático, um Bergson perspectivista ou ainda um Bergson médico da civilização. Se com muita frequência, esses termos só foram considerados como concessões feitas à pedagogia ou à elegância, aqui serão entendidos como conceitos de fato. Desse modo, torna-se possível resgatar a relação indissolúvel que existe entre tempo e afeto. Como afirma o autor, é para o lado da vida que iremos nos voltar, “para aquilo que faz de nós viventes, ou melhor, para aquilo que nos faz sentir viventes”.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Potências do Tempo”, de David Lapoujade, publicado pela editora N-1 Edições, em 2017 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: N-1 Edições

Páginas: 128

Ano: 2017

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8566943007

ISBN13: 9788566943009

    Sobre a editora

    Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.

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