
Título: QEESHE Diário da China
Autor: Morin Edgar
Sinopse: Escrito entre 30 de agosto e 13 de setembro de 1992, o diário configura um caleidoscópio de eventos e situações vividas pelo autor em uma China pós-revolucionária, que sob o comando de Deng vive os desafios e as contradições próprias a todo momento, posterior aos grandes sonhos por uma sociedade mais justa e igualitária. Morin vive intensamente uma verdadeira maratona que requer dele a jovialidade que nunca lhe falta, até mesmo nos momentos de excessos gastronômicos. O Diário da China traz à tona a necessidade de uma escritura que desvele, pelo menos em parte, os contextos, as situações, os acasos e as incertezas vividas pelo sujeito do conhecimento. Essa atitude intelectual equivale a dessacralizar a ciência, a torná-la mais próxima dos comuns mortais. Permite conhecer as condições emocionais, políticas e circunstanciais que arquitetam o solo vivo e existencial que nutre e dá vida às idéias, argumentos e compreensões do mundo. Permite, sobretudo, destituir a falácia do poder do saber envolto pelo véu da obscuridade e dos segredos. (Tradução: Edgard de Assis Carvalho)Confira a fanpage da Editora Sulina
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “QEESHE Diário da China”, de Morin Edgar, publicado pela editora Sulina, em 2007 e com 92 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Sulina
Páginas: 92
Ano: 2007
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520504787
ISBN13: 9788520504789
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,140
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
