
Título: Três Esquizos Literários
Autor: Lima Rocha
Sinopse: Este livro é o resultado de uma tese de doutorado, em que o autor coloca todo seu estilo ensaístico e acadêmico num texto vibrante que contagia por seu estilo desconcertante, um estilo que, descomprometido com respostas e verdades, busca lançar as questões em um jogo de xadrez x poder e que traz aos leitores o embate da escrita, da autoria e da loucura. Os loucos dançam, os loucos cantam, os loucos escrevem. É simples assim. E é como Marcos Eduardo Rocha Lima aproxima e embaralha o que ele chama os Três Esquizos Literários. Para longe do diagnóstico que estigmatiza e do autoritarismo da razão sobre a loucura, o contato aqui com e entre Artaud, Roussel e Brisset é procedido muito mais pela festa que seus feitos escriturais suscitam. À beira dessa esquiza tríade de nomes próprios, permanecem a inspiração e a alegria da vida que só mesmo loucamente pode redundar, como diria Michel Foucault, em beleza possível. Coedição UFRGS Editora.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Três Esquizos Literários”, de Lima Rocha, publicado pela editora Sulina, em 2010 e com 200 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Sulina
Páginas: 200
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520505643
ISBN13: 9788520505649
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,240
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
