
Título: Máquina Kafka
Autor: Félix Guattari
Sinopse: Inaugurando oficialmente n – 1 publicações, Kafkamachine (Máquina Kafka) apresenta textos de Félix Guattari inéditos em português, com tradução e prefácio de Peter Pál Pelbart e posfácio de Akseli Virtanen. Como objeto, a publicação cria uma relação explícita com a ideia da máquina e o pensamento do autor ao exigir o manuseio da tampa e o desatarraxamento dos parafusos. Entre os escritos produzidos na década de 1980, há um roteiro de filme baseado na pesquisa de Guattari e na paixão pela obra de Franz Kafka - visto que ele considerava o autor tcheco um autêntico cineasta do século 21. O “Projeto para um filme Kafka” esboça uma obra cinematográfica de Kafka, mas também uma forma de interpretar e ler a obra de Kafka de vários ângulos. O livro como imagem do mundo é de toda maneira uma ideia insípida. Na verdade não basta dizer Viva o múltiplo, grito de resto difícil de emitir. Nenhuma habilidade tipográfica, lexical ou mesmo sintática será suficiente para fazê-lo ouvir. É preciso fazer o múltiplo, não acrescentando sempre uma dimensão superior, mas, ao contrário, da maneira mais simples, com força de sobriedade, no nível das dimensões de que se dispõe, sempre n – 1 (é somente assim que o uno faz parte do múltiplo, estando sempre subtraído dele). Subtrair o único da multiplicidade a ser constituída; escrever a n-1.-Gilles Deleuze e Félix Guattari
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Máquina Kafka”, de Félix Guattari, publicado pela editora n-1 Edições, em 2011 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: n-1 Edições
Páginas: 136
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789526611006
Sobre a editora
Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.
